segunda-feira, 13 de julho de 2015
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[RESENHA] Primeiro e Único - Emily Giffin

Lido em: Julho/2015
Título: Primeiro e Único
Autor: Emily Giffin
Editora: Novo Conceito
Categoria: Literatura Estrangeira / Romance
Ano: 2015
Páginas: 448
ISBN: 9788581635972
Onde comprar: Submarino  |  Saraiva
Skoob
Bom!




Sinopse: Shea tem 33 anos e passou toda a sua vida em uma cidadezinha universitária que vive em função do futebol americano. Criada junto com sua melhor amigas, Lucy, filha do lendário treinador Clive Carr, Shea nunca teve coragem de deixar sua terra natal. Acabou cursando a universidade, onde conseguiu um emprego no departamento atlético e passa todos os dias junto do treinador e já está no mesmo cargo há mais de dez anos.
Quando finalmente abre mão da segurança e decide trilhar um caminho desconhecido, Shea descobre novas verdades sobre pessoas e fatos e essa situação a obriga a confrontar seus desejos mais profundos, seus medos e segredos.
A aclamada autora de Questões do Coração e Presentes da Vida criou uma história extraordinária sobre amor e lealdade e sobre uma heroína não convencional que luta para conciliá-los.

Biografia: Emily Giffin é advogada, formada pela Wake Forest University, mas sempre gostou de escrever. Seus romances bem escritos e relacionados à vida moderna são garantia de diversão. A autora best-seller pelo The New York Times vive com o marido e três filhos em Atlanta, nos Estados Unidos.

*Livro cedido em parceria com a Editora.

Hey Dreamers, tudo bem com vocês? Comigo sim, obrigada.

Estou aqui hoje para minha primeira resenha e acreditem apesar de ser algo que faço a algum tempinho, estou suando em bicas, até porque, primeira vez é primeira vez, né? Bom, se... se eu começar a ga-gaguejar, lembrem-se: “É a primeira vez dela num Blog com um público tão grande e de seguidores que merecem só o melhor!

Vamos ao que interessa, a resenha!

A história de hoje conta a vida de Shea, uma mulher independente e amante do futebol americano, desde criança ela viveu no universo desse esporte, e aprendeu não só a amá-lo, mas também viver e absolver o máximo de informações sobre a modalidade esportiva que é paixão nacional nos EUA. Shea está no velório da mãe de sua melhor amiga, esta que ela conviveu desde sua infância e o que me deixou intrigada de imediato foram os pensamentos com relação a seus sentimentos diante da morte da pessoa em questão, para vocês entenderem melhor o que estou querendo dizer vou explicar -bem rapidamente- o tipo de leitora que sou.

 #MomentoPausaPraExplicação
Seguinte gente, sou do tipo de leitora que está ali lendo, mas fica tentando descobrir o que está escondido nas entrelinhas, qual é o mistério por trás disso ou daquilo que o personagem está querendo dizer, ou que o autor está deixando como pontas soltas, às vezes nem tem o que procurar, mas não sossego, é mais forte do que eu, muitas vezes o autor é tão misterioso e competente que por mais que eu tente não consigo descobrir e acabo não aproveitando tanto a leitura e o momento em si, acreditem me xingo horrores mentalmente por essa prática. Rsrsrsrs espero do fundo do meu coração que não seja a única metida a Sherlock Holmes.
 #FimDaPausaPraExplicação

Voltando ao assunto, Shea está pensativa, apesar de sentir pela perda da amiga os sentimentos dela estão em conflito e é aí onde de cara (Tá! Mentira. Rsrsrsr depois de juntar mais algumas informações) eu percebi que além de uma excessiva admiração pelo super conceituado treinador Carr, o viúvo, e pai de sua melhor amiga ela também nutre um amor secreto, a autora tenta  transmitir para o leitor que é algo fraterno, mas a forma com que ela tentou demonstrar isso ao meu ver foi falha, porque o leitor com o mínimo de sensibilidade apurado consegue captar isso no exato momento que ela começa com suas divagações a respeito do mesmo.

“Eu deveria ter pensado em Deus. Ou no sentido da vida. Ou deveria simplesmente ter lamentado o fato de que a minha melhor amiga, naquele momento, era órfã de mãe, (...).Em vez disso, me peguei com os olhos cravados no caixão de mogno lustroso forrado com camadas generosas de seda creme e criticando, em silêncio, o batom da Sra. Carr, cuja cor rosa-neon não combinava com seu vestido coral,(...)”

Fica o questionamento, quem vai ao velório da mãe da sua melhor amiga e aquela com quem se conviveu desde sua infância e tinha quase um grande parentesco (dadas às circunstancias mostradas posteriormente) consegue ser tão fria e pensar se a cor do batom combina ou não com o vestido da pessoa que está sendo velada? Foi aí que meu radar de periguete explodiu! rsrsrsr

Prossigamos... Shea namora com Miler a algum tempo e tanto a família quanto os amigos “desaprovam” esse namoro, e começam a entrar na mente dela afim de abrirem os olhos dela para mudanças em sua vida, e ...Voilà! Eles conseguem! Ela começa suas mudanças pelo termino do namoro, e fazendo entrevista para um novo emprego como Jornalista de um Jornal super influente no meio de seu esporte favorito (favoritismo esse que a meu ver se tornou meio que um fanatismo), num belo dia ela reencontra um antigo colega de faculdade que hoje é um astro do futebol americano e fora revelado pelo time da casa o Walker - Ryan James-, o reencontro fez surgir um lance legal entre eles, eu particularmente amei, amei o romance e tal, porque com o romance deles pudemos esquecer as excessivas narrações e descrições dos jogos (sim, porque era algo que sinceramente dava preguiça de ler e a meu ver a autora pecou e muito nisso)  mas a cada dia ficava mais e mais envolvida também com o Treinador Carr, como eu desde o inicio tinha pegado isso no vento, não me surpreendi com a aproximação de ambos, mas confesso que torci o tempo inteiro para que ela tivesse um momento daqueles de estalo e acordasse para a vida e notasse que o que ela sentia pelo treinador era algo fraternal de verdade e desse uma chance ao Ryan, mas a autora tinha mais cartas na manga, e como sempre o famoso clichê “As aparências enganam” se faz presente de uma forma devastadora e tudo revira e é aí que você consegue pensar: “É. Pensando por esse lado...

"As melhores coisas da vida parecem simples. Mas só parecem."

Eu não conhecia a autora, mas já tinha ouvido falar de suas obras e sempre tive vontade de ler, a escrita da autora é limpa, clara e bem objetiva, mas acho que começar por essa obra me fez querer deixar um pouco de lado a vontade de conhecê-la melhor, infelizmente não me convenceu, mas isso não significa que sua crítica pode ser igual a minha, eu super aconselho a leitura para que você possa tirar a sua prova dos nove e então decidir se concorda ou discorda da minha opinião, tenho o seguinte ritual: “Leio a resenha, e penso independente da critica positiva ou negativa, precisa passar pela minha avaliação!”, então se permita e depois volte para me contar, vou amar saber a opinião pelo ponto de vista de vocês e quem sabe mudar minha idéia do que foi o livro “Primeiro e Único”.

Sobre o trabalho da Editora: Eu simplesmente amei a diagramação, a letra em tamanho ótimo para leitura, as páginas amareladas facilitam e muito, em cada página tem o nome do livro e do autor (o que eu amei de paixão, se todas editoras bem soubessem como nós fanáticos por livros sofremos quando tentamos descobrir o livro do colega no metrô ou ônibus fariam o mesmo, rsrsrsrs), encontrei alguns erros que precisei ler e reler umas duas ou três vezes para assimilar, mas nada que com um pouquinho de sensibilidade e compreensão não seja resolvido. 

Bom gente é isso, sou do tipo que fala demaaaais, me perdoem se ficou cansativo, prometo melhorar, e não esqueçam do pedido lá de cima! Rsrsr

Beeeeijos e até a próxima!
Ah! Espero pelo feedback de vocês hein!? 

11 comentários:

  1. Olá! Acredite, apesar do nervosismo gostei muito da sua resenha, gostei de saber também o tipo de leitora que você é. Admito que tenho meus momentos a la Sherlock Holmes e o pior, tem vezes que eu acerto! Juro que quando se trata de thrillers policiais tenho a impressão que acabo perdendo a experiência do choque final com a revelação do criminoso e por isso, não aproveito tanto quanto os outros leitores, mas eu consigo controlar de vez em quando xD
    Mas, indo ao livro, já vi muitas resenhas sobre ele e admito que nem todas foram boas, e para mim que nunca leu nada da autora fico com um pé atrás ao pensar em começar logo por esse.
    Já desanimei ao saber que há descrições dos jogos, e que a personagem beira o fanatismo pelo esporte, pois não suporto ad duas coisas.
    E sério mesmo que no velório a Shea repara no batom da defunta? Ok, isso foi frio e tenho a impressão que ao ler esse livro teria a mesma dedução que você quanto aos sentimentos dela pelo Treinado Carr.
    A trama não me interessa muito, mas talvez eu leia o livro para ver que conclusão tiro dele, só que pode demorar, pois tenho uma fila bem extensa.
    Abraços

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  2. Oie! Você foi até gentil em dar três estrelas(flores) para este livro, pois vi diversas resenhas e em muitos elas falaram que não gostaram do livro. Nunca lia nada da autora e confesso que nem pretendo. As sinopses dos seus livros nunca me aninam, infelizmente, mas quem sabe um dia não me interesso ?? Abçs!

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  3. Olá!
    Parabéns pela resenha!
    Eu adorei a parte reflexiva, kkkkk, eu tbém fico lendo, mas a mente voa...procurando algo a mais...e pior, qdo paro de ler, fico com a leitura na mente e ai vou longe, kkkk
    E rir a beça vc falando de ficar tentando saber qual o livro que a pessoa está lendo no metrô, kkkkkk
    Já aconteceu comigo em uma clínica, kkkkk, fiquei louca, toda hora olhava para ver se conseguia mas nada, kkkkkk
    Não curto muito livro que fala de esporte, e pelo jeito esse fala e muito, quem sabe se um dia surgir a oportunidade eu leio, mas...não vou atrás, kkkk

    Um super bjo!

    Alê - Bordados e Crochê
    Fã Page

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  4. Adorei sua resenha! Haha deve ser tenso escrever resenhas para um blog cheio de leitores como este, mas escreveu muito bem e não tem como não ter ficado curiosa para ler o livro a partir da resenha, vou adicioná-lo em minha lista de leitura e pretendo ler em breve.

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  5. Oiie!
    Apesar da boa escrita da autora e da boa diagramação do livro, não leria a obra. Esse tipo de romance raramente consegue me prender por mais do que algumas páginas.
    A sua resenha está excelente e muito explicativa, parabéns.

    Beijos!

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  6. Infelizmente eu não leria o livro, mesmo você tendo dado três pontinhos. Não é do tipo de narrativa que prende a minha atenção, entende? Então acho que o melhor que faço é deixar esse para lá e focar nos que tenho certeza que vou gostar.
    Beijos.

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  7. Gosto muito dos livros da autora, sempre me envolvo com seus enredos. Este eu ainda não li, mas quero ler. Espero gostar.
    Bjs, Rose.

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  8. Gostei muito da sua resenha!! Parabéns! >.<
    Já vi algumas resenhas negativas sobre ele, então como minha lista de livros para ler está enorme, esse eu passo! haha
    beijinhos :*

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  9. Oi, Su!
    Ainda não li nenhum livro dessa autora, e confesso que só vim prestar um pouco de atenção depois de ver comentários a respeito de Primeiro e Único, mas nunca tinha parado realmente pra ler uma resenha sobre ele até hoje...
    Não achei interessante o romance, nem simpatizei pela protagonista, e essa atenção exagerada em relação ao jogo deve deixar a leitura bastante chata... Enfim, não creio que lerei esse livro algum dia, mas amei sua primeira resenha aqui no blog, e me diverti bastante lendo-a.
    Ps: também de vez em quando tenho essa mania de dá uma de detetive, não se preocupe, você não é a única rsrs.
    Bjos!

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  10. Bom eu não fui muito de gostar deste livro, não que ele seja ruim, é que é até difícil explicar. Ouvi muitos fazendo resenha e dizendo o mesmo que eu. Confessando que também sou o tipo de pessoa que tenta ler através das entrelinhas, mais não de exagerar nisso.

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  11. Oi!
    Gostei muito da resenha !
    O livro parece legal só que a historia não me convenceu nem me envolveu, principalmente porque não gostei muito dos personagens !!!

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Quem Escreve

Aline (Li), taurina, 36 anos, turismóloga, paulista de Ribeirão Preto, apaixonada por séries de TV e compulsiva por livros (se estiverem em promoção, então..rs). Amo ler! :)



Colaboradora

Luciana (Lu), Ribeirão-pretana, 31 anos, virginiana e perfeccionista. Cake Design. Danço nas horas vagas por paixão e para relaxar. Amo artesanato, praia, filmes, seriados e claro, livros!

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